Luli
Domingo, dia 04 de fevereiro deste ano (2024), apareceu uma gatinha embaixo da lixeira do lado de fora do portão da chácara. Estávamos indo embora com certa pressa, porque o Pedro iria encontrar uns amigos. Quando estávamos abrindo o portão, ouvimos uns miadinhos, bem baixinho. Era uma gatinha minúscula. Olhamos no entorno, para ver se alguém havia a perdido, procuramos pela mãe e não encontramos. No mesmo momento, surpreendentemente o Sócrates falou: - Vamos levar! Ela vai morrer aqui! Respondi rapidamente que ficaríamos com ela só para achar um lar. O Pedro a pegou no colo e a trouxemos para São Paulo. No caminho fui me dando conta de que nunca tive gato, não sabia e não sei cuidar, mas uma positividade dentro de mim dizia que tudo daria certo e, que eu encontraria uma família para ela. Chegando em São Paulo passei em uma loja para animais (a mesma que eu comprava as coisas da Leia, nossa beagle linda que faleceu anos atrás), perguntei se alguém queria, sem sucesso. Apenas...