Léia
Por mais de seis meses estudei a possibilidade de termos um bichinho de estimação. O que mais pesava em minha decisão, era o quanto ele poderia auxiliar no desenvolvimento social, intelectual e imunitário do Pedro.
Pensei muito na adoção, mas não era o que eu queria. Gosto de cães com pelos expressivos e normalmente não é isso que vemos nas associações. Em um pet, até encontrei um cão, que com toda certeza do mundo eu adotaria, mas ele era muito grande e a Léia já estava conosco.
Pensei em termos um gato, mas fiquei com receio de não saber treiná-lo.
Por vários motivos estava decidido, seria um cão fêmea (os machos são territorialistas e urinam nas paredes), elas amam a família e a protegem, principalmente as crianças.
Naquele momento era necessário decidir a raça. Para isso, eu pensei no que eu mais gostava em um cão:
- silencioso;
- pelo curto e sem frescurites;
- resistente;
- sem habilidades de circo (pular no nosso pescoço ou ficar subindo nas coisas).
Eu estava entre a raça beagle e akita (este último é de porte grande).
Então, passeando pelo Parque Villa Lobos, encontramos um beagle lindo: o Luck, conversei muito com seus donos e tudo que eu perguntava se era verdade, o casal confirmava. Peguei o telefone do canil.
Depois de algumas semanas pensando, liguei e a moça falou que já não trabalhava mais com reprodução de beagles e indicou onde comprou seus reprodutores.
Liguei para o canil "angelholm" e a dona falou que só teria ninhada para janeiro, mas que eu só a levaria em março, pós desmame.
Canil: http://angelholm.zip.net/. O lugar é grande, limpo, cheio de cãezinhos, a família é uma graça e nos orientou muito bem.
Esperei uns dois ou três meses. Liguei em janeiro, tinham nascido 6 fêmeas tricolor e 1 macho caramelo. Surtei. Minha bebê estava lá. Eu tinha certeza.
Quando ela postou as fotos, fiquei enlouquecida queria ir vê-los.
Esperei até enjoar. Parecia que eu estava grávida. Toda a família já sabia, mas eu ainda não tinha escolhido meu amorzinho. A dona recebeu várias ligações minhas e com toda paciência, pedia para que eu esperasse porque eles ainda eram muito bebês e vulneráveis.
Em fevereiro, fui conhecê-la. Em meio aos filhotes, o Só me ajudou a escolher, mas todos eram lindos. Dei os cheques e fiquei ligando para ela não vender a minha cachorrinha, afinal todos eram muito parecidos.
Ela me enviou fotos conforme as semanas iam passando. Quando chegou março fui buscá-la. Linda. Chorou um pouco (coitadinha), deve ser difícil se desvincular da ninhada e da mamãe. Já comia ração.
Parecia um saquinho de urina, fazia xixi por toda a casa, mas fomos nos adaptando. Comprei portões para bloquear sua passagem em dois pontos estratégicos: a cozinha e no corredor que a levaria para os quartos.
Arteira. Hiperativa. Linda. Cheguei a chorar por causa das coisas que ela aprontava. Comia coco, rasgava tudo, não parava quieta.
Mas isso foi passando. Infelizmente, ela apanhou algumas vezes e me enfrentou. Outras ela me mordeu sem eu ter feito nada, mas compreendi. Aprendi a passar o Vick e falar: - NÃO! -para que ela não depredasse tudo e deu super certo.
Ela de fato, faz parte da família. Outro dia estava pensando como será quando ela nos deixar... tomara que demore muito, porque criamos um vínculo indissolúvel.
Ela é obediente, mas teimosa quando o assunto é comida, super carinhosa, companheira, comilona, cheira tudo, linda. Ah! E quando toma banho, seu pelo não se compara a nenhuma pelúcia.
A Léia não é castrada e eu gostaria que ela tivesse uma cria, mas tenho medo de não querer dar nenhum dos filhotes. Imagine a situação: eu e 7 ou 8 beagles. Vou a falência e o Só me manda embora de casa.(risos)
Pensei muito na adoção, mas não era o que eu queria. Gosto de cães com pelos expressivos e normalmente não é isso que vemos nas associações. Em um pet, até encontrei um cão, que com toda certeza do mundo eu adotaria, mas ele era muito grande e a Léia já estava conosco.
Pensei em termos um gato, mas fiquei com receio de não saber treiná-lo.
Por vários motivos estava decidido, seria um cão fêmea (os machos são territorialistas e urinam nas paredes), elas amam a família e a protegem, principalmente as crianças.
Naquele momento era necessário decidir a raça. Para isso, eu pensei no que eu mais gostava em um cão:
- silencioso;
- pelo curto e sem frescurites;
- resistente;
- sem habilidades de circo (pular no nosso pescoço ou ficar subindo nas coisas).
Eu estava entre a raça beagle e akita (este último é de porte grande).
Então, passeando pelo Parque Villa Lobos, encontramos um beagle lindo: o Luck, conversei muito com seus donos e tudo que eu perguntava se era verdade, o casal confirmava. Peguei o telefone do canil.
Depois de algumas semanas pensando, liguei e a moça falou que já não trabalhava mais com reprodução de beagles e indicou onde comprou seus reprodutores.
Liguei para o canil "angelholm" e a dona falou que só teria ninhada para janeiro, mas que eu só a levaria em março, pós desmame.
Canil: http://angelholm.zip.net/. O lugar é grande, limpo, cheio de cãezinhos, a família é uma graça e nos orientou muito bem.
Esperei uns dois ou três meses. Liguei em janeiro, tinham nascido 6 fêmeas tricolor e 1 macho caramelo. Surtei. Minha bebê estava lá. Eu tinha certeza.
Quando ela postou as fotos, fiquei enlouquecida queria ir vê-los.
Esperei até enjoar. Parecia que eu estava grávida. Toda a família já sabia, mas eu ainda não tinha escolhido meu amorzinho. A dona recebeu várias ligações minhas e com toda paciência, pedia para que eu esperasse porque eles ainda eram muito bebês e vulneráveis.
Em fevereiro, fui conhecê-la. Em meio aos filhotes, o Só me ajudou a escolher, mas todos eram lindos. Dei os cheques e fiquei ligando para ela não vender a minha cachorrinha, afinal todos eram muito parecidos.
Ela me enviou fotos conforme as semanas iam passando. Quando chegou março fui buscá-la. Linda. Chorou um pouco (coitadinha), deve ser difícil se desvincular da ninhada e da mamãe. Já comia ração.
Parecia um saquinho de urina, fazia xixi por toda a casa, mas fomos nos adaptando. Comprei portões para bloquear sua passagem em dois pontos estratégicos: a cozinha e no corredor que a levaria para os quartos.
Arteira. Hiperativa. Linda. Cheguei a chorar por causa das coisas que ela aprontava. Comia coco, rasgava tudo, não parava quieta.
Mas isso foi passando. Infelizmente, ela apanhou algumas vezes e me enfrentou. Outras ela me mordeu sem eu ter feito nada, mas compreendi. Aprendi a passar o Vick e falar: - NÃO! -para que ela não depredasse tudo e deu super certo.
Ela de fato, faz parte da família. Outro dia estava pensando como será quando ela nos deixar... tomara que demore muito, porque criamos um vínculo indissolúvel.
Ela é obediente, mas teimosa quando o assunto é comida, super carinhosa, companheira, comilona, cheira tudo, linda. Ah! E quando toma banho, seu pelo não se compara a nenhuma pelúcia.
A Léia não é castrada e eu gostaria que ela tivesse uma cria, mas tenho medo de não querer dar nenhum dos filhotes. Imagine a situação: eu e 7 ou 8 beagles. Vou a falência e o Só me manda embora de casa.
| Ela brava porque queria churrasco. |
| Ela rosnava baixinho enquanto eu a provocava, invadindo sua cama. |
Infelizmente, nossa cachorrinha faleceu em 12 de setembro de 2017 de insuficiência renal e ficou um vazio imenso em nossos corações. Nos divertimos muito, tivemos momentos incríveis. Seja lá onde você (minha nega) estiver, fique em paz.
Comentários
Postar um comentário