Eu estou me sentindo usada.

Na semana passada, uma aluna me pediu para buscar um cachorro lá em Pinhalzinho (1h20m de São Paulo).

Eu fiquei sensibilizada porque ela me contou que este Pit Bull estava em um sítio, mas que tinha que ficar preso porque estava pegando as galinhas dos vizinhos e estas pessoas iam acabar envenenando o animal.

Pronto! Mesmo trabalhando 54 horas semanais, ficando livre um pedaço de uma tarde e uma noite, me desdobrei para poder ir buscá-lo. Neste mesmo dia, o pedaço da tarde que eu tinha, fui na 25 de março, buscar as prendas da minha sogra. Resumindo, eu estava só a "capa da gaita", muito cansada.

Fui até lá, buscar o cachorro com o Pedro. Ele também estava esgotado.

Quando cheguei em SP, depois de 5 horas praticamente no carro, a menina ainda me pede para levar até a casa dela, lá na Vila Clarice. Fiquei brava, mas acabei relevando, não era o nosso combinado. Ela disse que o pegaria na minha rua. "Bora" dirigir mais.

Bom, o pai dela não gostou nada, os outros cães que moram lá, também não. Esperei até o outro dia e perguntei se a intenção dela era de doá-lo. Ela confirmou e me mandou as fotos.

Coloquei no face, pedi para as pessoas me ajudarem, agora que tem um monte de gente bacana me procurando para ficar com o cachorro, ela vai "devolver" para a sogra que ajudou a resgatá-lo da rua.

Aí fica minha indignação: - Por que ela já não ficou com o cachorro desde o começo? Por que não foram buscá-lo?

Estou chateada por ter perdido tanto tempo!

Em breve, me acalmo e esqueço.





Enviado do meu smartphone Sony Xperia™

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