II Bienal Internacional de Graffiti.
Espetacular! Pena que tinham poucos painéis, esculturas e paredes. Eu queria ver muito mais... quem sabe tendo quórum razoável, os organizadores sintam-se incentivados a aumentar o número de obras.
Foi super fácil de chegar, moro em Pirituba bem próximo a ponte, então peguei a Marginal Tietê sentido Marginal Pinheiros, até a ponte da Cidade Jardim, entrei na ponte e segui em uma Rua ou Avenida que já cai na Avenida Europa. Até eu que sou um asno para dirigir em pontos desconhecidos não cometi nenhuma barbárie. Estacionei em frente ao Museu, Rua Portugal.
O joão pedro aprendendo a tirar fotos, o enquadramento não está dos melhores mas ele tem apenas 6 anos tá!?
Confesso, que deu um impacto e por um milisegundo meus neurônios acharam que era um morador de rua.
Não compreendi muito bem o apelo das carancas com o sapo grafitado na parede. Talvez não tivesse nenhuma relação. Senti falta de painéis explicativos. As carancas foram feitas em caixas de papelão e estavam muito legais.
Esta obra achei muito bacana porque na foto parece que tudo esta na parede mas um dos peixes está fixado no teto como um móbile.
Que gracinha!!!
Este painel é uma mistura super harmônica da técnica do graffiti, colagem, e artefatos de tecido (talvez lã).
Terrific! Muito bom. O cara manda muito bem.
Aí vem a obra que eu mais gostei, mas a foto não ficou tão boa. O apelo da venda da cultura indígena por tecnologia, espaço, roupas, lixo,... enfim. Note que sobre a oca há uma antena e dentro dela muitos itens da "cultura branca". Um dos índios tem um sorvete e hamburger nas mãos, muito lixo espalhado e todos à toa. Gostei do índio de mãos para o alto como se nós, estivéssemos levando tudo o que eles tem. E realmente estamos! É triste.
O 1o painel é um estudo sobre o papel e o 2o é sobre placas metálicas... um efeito bem diferente.
Repare os cifrões nos tocos que restaram da mata.
Achei perfeita a harmonia que este artista faz nos diversos materiais. Muito legal. Neste primeiro painel, atrás do visor tem gravuras coladas que passam desapercebido, parecem pinturas mas quando você as observa de perto... é colagem com um acabamento em pintura.
E como uma boa bióloga, eu não poderia deixar de contar sobre esta "casinha" que estava do lado externo com telhado ecológico, mantém a casa fresca e ainda aumenta a área verde, melhorando a qualidade do ar, não só na oxigenação como também na umidade.
Ainda no MUBE, porém em outros salões aconteciam outras exposições que também valem a postagem, como um artista que faz releituras de São Paulo através da fotografia e ilustração. E ainda, fotos experimentais. Onde vários artistas compõem imagens com sobreposição de fotos ou angulaturas diferenciadas.
Em fevereiro terá a exposição das obras de um chinês anticomunista que está em prisão domiciliar... claro que irei.
Foi super fácil de chegar, moro em Pirituba bem próximo a ponte, então peguei a Marginal Tietê sentido Marginal Pinheiros, até a ponte da Cidade Jardim, entrei na ponte e segui em uma Rua ou Avenida que já cai na Avenida Europa. Até eu que sou um asno para dirigir em pontos desconhecidos não cometi nenhuma barbárie. Estacionei em frente ao Museu, Rua Portugal.
O joão pedro aprendendo a tirar fotos, o enquadramento não está dos melhores mas ele tem apenas 6 anos tá!?
Confesso, que deu um impacto e por um milisegundo meus neurônios acharam que era um morador de rua.
Não compreendi muito bem o apelo das carancas com o sapo grafitado na parede. Talvez não tivesse nenhuma relação. Senti falta de painéis explicativos. As carancas foram feitas em caixas de papelão e estavam muito legais.
Esta obra achei muito bacana porque na foto parece que tudo esta na parede mas um dos peixes está fixado no teto como um móbile.
Que gracinha!!!
Este inseto psicodélico que foi montado e é o mesmo do painel inicial, sua calda tem uma instalação elétrica e as luzes ficam acendendo e trocando de cor. Bem legal!
Este painel é uma mistura super harmônica da técnica do graffiti, colagem, e artefatos de tecido (talvez lã).
Terrific! Muito bom. O cara manda muito bem.
Aí vem a obra que eu mais gostei, mas a foto não ficou tão boa. O apelo da venda da cultura indígena por tecnologia, espaço, roupas, lixo,... enfim. Note que sobre a oca há uma antena e dentro dela muitos itens da "cultura branca". Um dos índios tem um sorvete e hamburger nas mãos, muito lixo espalhado e todos à toa. Gostei do índio de mãos para o alto como se nós, estivéssemos levando tudo o que eles tem. E realmente estamos! É triste.
Muito bacana, utilizou sucata, mas como já disse gostaria de painéis informativos para saber quais foram os materiais utilizados. Faz protesto ao lixo lançado nas águas.
O 1o painel é um estudo sobre o papel e o 2o é sobre placas metálicas... um efeito bem diferente.
Este artista tem uma tendência meio "cubista", sei lá.
Parece os bonecos de Olinda.
Repare os cifrões nos tocos que restaram da mata.
Achei perfeita a harmonia que este artista faz nos diversos materiais. Muito legal. Neste primeiro painel, atrás do visor tem gravuras coladas que passam desapercebido, parecem pinturas mas quando você as observa de perto... é colagem com um acabamento em pintura.
Esta foto ficou horrível por causa da iluminação e a máquina boa tinha descarregado, mas parece uma obra meio folclórica, observe o quadrúpede com tórax e cabeça de homem.
E como uma boa bióloga, eu não poderia deixar de contar sobre esta "casinha" que estava do lado externo com telhado ecológico, mantém a casa fresca e ainda aumenta a área verde, melhorando a qualidade do ar, não só na oxigenação como também na umidade.
Ainda no MUBE, porém em outros salões aconteciam outras exposições que também valem a postagem, como um artista que faz releituras de São Paulo através da fotografia e ilustração. E ainda, fotos experimentais. Onde vários artistas compõem imagens com sobreposição de fotos ou angulaturas diferenciadas.
Em fevereiro terá a exposição das obras de um chinês anticomunista que está em prisão domiciliar... claro que irei.
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