Não anule seu voto...

... foram tantos anos de luta para podermos votar.
Escolher as pessoas que vão representar a gente.
Não anule!
Basta parar um pouquinho para pesquisar a vida política e acadêmica de nossos políticos.
Não deixe escolherem por você.

De um em um voto podemos mudar tudo!

Meu voto vai para:

Carlos Gianazzi do partido do PSOL



Nome: Carlos Giannazi
Idade: 50 anos
Partido: Psol
Nascido em: São Paulo, capital
Formação: Mestre em Educação e Doutor em História Econômica pela USP (Universidade de São Paulo)
História na política:  Deputado estadual, eleito em 2006, com 50 mil votos. Vereador em São Paulo por dois mandatos seguidos, professor  e diretor em escolas da rede pública de ensino. Iniciou a participação política em 1980 em movimentos populares na periferia da capital paulista. Participou das ações em  defesa da educação pública. Ajudou na formação da base petista em bairros da zona sul de São Paulo. Investimento em educação pública, no magistério, transporte sobre trilhos e ampliação dos corredores de ônibus. Adotar uma política para ciclovias e resgatar o sistema de saúde do município e instituir eleição direta para as 31 subprefeituras, que contarão com orçamento e planejamento participativo.

Na minha humilde opinião,  acredito que ele será o CARA  na educação pública de São Paulo. Assisti seus debates e gostei muito de sua tranquilidade e pé no chão na hora de responder às perguntas.
QUERIDO ESTOU TORCENDO POR VOCÊ!

Abaixo você encontra um pedacinho de sua entrevista no www.votaspworkpress.com

O senhor foi diretor de escola municipal. Quais suas propostas para a área da educação?
A educação vai ser o carro- chefe da nossa campanha. Defendemos um grande choque de investimento. Vamos dobrar os salários dos servidores da educação e acabar com a superlotação de salas. Vamos focar no atendimento da demanda da educação infantil e de educação de jovens e adultos, áreas totalmente abandonadas pelo atual prefeito. Hoje, a cidade tem mais de 300 mil crianças fora das creches e da pré-escola.

A cidade tem dinheiro para colocar isso em prática?
Sim. O orçamento da Secretaria Municipal da Educação é de R$ 7 bilhões. Recurso não falta, mas é preciso vontade política para fazer.

Por que até hoje nenhum prefeito conseguiu melhorar a educação na capital?
Porque a prefeitura prioriza programas assistenciais ligados à educação como o Renda Mínima, o Leve Leite, entrega de uniformes. São programas que não são diretamente ligados ao ensino.

E em relação ao tempo de permanência na sala de aula?
Nesse momento em que estamos vivendo, temos que investir na qualidade de ensino. Não dá para fazer tudo ao mesmo tempo. Muitos defendem a educação integral, a criança ficar o dia todo na escola. Acho que na periferia é importante ter a escola integral, mas isso não é uma solução para todos os bairros da capital.

Aumentar o salário dos professores pode melhorar o nível da educação?
Melhoraria muito, até porque você elevando o salário dos professores faz com que eles fiquem em uma escola só. Hoje, como o salário é muito baixo, o professor é obrigado a trabalhar em duas, três escolas no mesmo dia. Ele não tem tempo nem condições de investir na sua própria formação continuada, fazer pesquisa, leituras e preparar as aulas com o tempo adequado. O profissional dá aula na rede municipal, estadual e na particular no mesmo dia. Você inviabiliza a oferta de qualidade do ensino. Se o professor tem um bom salário, ele tem condições de se dedicar mais ao projeto pedagógico, à comunidade, ele tem mais relação com os outros professores e isso é fundamental.

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